Arte catacumbária
Antes de o imperador romano Constantino ter legalizado o cristianismo no ano de 313, a perseguição aos seguidores de Jesus era grande, obrigando-os a praticarem seu culto escondidos, geralmente em catacumbas, onde os arqueólogos encontraram registros de sua presença.
A Arte Catacumbária está no contexto da arte Paleocristã, ou seja, no inicio do cristianismo. Esse tipo de trabalho em catacumbas servia para difundir o cristianismo, pois, a partir das imagens, os cristãos poderiam transmitir suas histórias e dogmas, uma vez que não existia a Bíblia como conhecemos hoje, e a grande maioria da população não sabia ler.
Foram encontrados vestígios da arte paleocristã de diversas formas. Além de afrescos e relevos nas catacumbas, temos também a arquitetura, surgida após a legalização do cristianismo, os mosaicos, pinturas, iluminuras, esculturas e painéis. Há varias catacumbas em Roma.
O complexo de São Calixto tem mártires ilustres como Sisto II, mas tem relação também com mártires imersos na fabulação legendária, e mesmo assim muito amados pelos fiéis, como Santa Cecília e São Tarcísio.
Arte Bizantina
A arte bizantina se refere às manifestações artísticas (pintura, arquitetura, mosaico e escultura) próprias do Império Bizantino que ocorreu entre os séculos V e XV. A cidade de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, foi o mais importante centro artístico deste período.
Tal arte recebeu influências da cultura greco-romana e oriental, realizando uma mistura destes diferentes aspectos culturais; o estilo artístico teve presença marcante do uso de cores; presença marcante de temas religiosos, forte influência do cristianismo.
Na pintura, era comum o afresco (pinturas feitas em paredes, principalmente de igrejas), miniaturas (para ilustrar livros) e ícones (pinturas em painéis). O tema religioso predominou, principalmente a pintura de imagens de Cristo e da Virgem Maria.
O mosaico foi um tipo de arte muito difundido no Império