Análise de Sistema
TRADICIONAL
Em muitas Empresas que ainda não conseguiram se adaptar às novas exigências de integração organizacional, os sistemas de informações gerenciais ainda tem seu desenvolvimento baseado em conceitos e técnicas que já foram deixados por outras empresas cuja estrutura operacional está orientada a processos. No passado, em vez de desenvolver sistemas baseados numa metodologia que se preocupasse em enxergar a empresa como um todo, a área de informática segmentava-a em partes, tornando difícil a convivência com os sistemas criados, as pessoas que deveriam utilizá-los e entre esses dois elementos do modelo de relacionamento cíclico. Por terem que atuar dessa forma, utilizando sistemas fragmentados, os empregados passavam a considerar-se donos da atividade que lhes cabia por atribuição funcional, criando atritos, problemas de relacionamento e dificuldades para o fluxo de informacoes dentro da Empresa. Isso trazia reflexos diretos para a produção e comercialização, com sérios prejuízos para os clientes. Empresas pequenas, que faturam até US$ 50 milhões por ano, podem usar essa metodologia que, embora não seja a que mais integre as diversas áreas, pode assim, contribuir para uma melhoria significativa das condições de operacionalidade, produtividade e lucratividade da organização. Antes de falarmos da Metodologia propriamente dita, cabe uma explicação do porque da classificação em termos econômicos. Empresas desse porte não tem “cacife” para montar grandes estruturas com a finalidade de lidar com tecnologia da informação, por isso o quadro pessoal é muito reduzido. Geralmente vão de dois a no Maximo cinco profissionais, que são ao mesmo tempo analistas, programadores e operadores.
ALINHANDO METAS E SISTEMAS
Uma Empresa de qual seja o tamanho, necessita da tecnologia da informação como meio e suporte para continuar existindo. Entre outras palavras, não há a menor possibilidade de se prescindir da