ANÁLISE CRÍTICA DO MATERIAL COM DIREITO A PALAVRA: DICIONÁRIOS EM SALA DE AULA E DICIONÁRIO SARAIVA JÚNIOR ILUSTRADO
CRÍTICA
DO
MATERIAL
COM
DIREITO
A
PALAVRA:
DICIONÁRIOS EM SALA DE AULA 1E DICIONÁRIO SARAIVA JÚNIOR
ILUSTRADO.2
Introdução
No ano de 2013, o Ministério da Educação (MEC), além de fornecer à rede pública de ensino básico coleções didáticas e acervos complementares, disponibilizou e dotou quatro acervos de dicionários escolares para as escolas de ensino fundamental e médio. Esses novos acervos procederam de avaliações realizadas pelo PNLD 2012 em um processo rigoroso coordenado pela Faculdade de Letras da Universidade Federal da
Bahia (UFBA). Sendo que em cada um desses acervos há dicionários classificados com o mesmo “tipo” e destinados a determinadas etapas do ensino.
Como material de auxílio, juntamente com esses novos acervos de dicionários, o
MEC também disponibilizou às escolas o material de apoio Com direito à palavra: dicionários em sala de aula, que objetiva elucidar a respeito da verdadeira essência dos dicionários e também tem o intuito de esclarecer os objetivos gerais desses novos acervos. Ao fazer isso, o MEC afirma que seu objetivo é otimizar o uso desse novo material na sala de aula e tem a convicção de que será um apoio significativo para as atividades dos professores.
Material de orientação
O material Com direito a palavra é dividido em duas partes. A primeira foca na teoria lexicográfica, nos objetivos do dicionário e quais as expectativas para esse gênero. Já a segunda parte dá ênfase em atividades que podem ser realizadas com o dicionário como material de apoio. São atividades lúdicas e interessantes aos alunos
1
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica Com direito à palavra: dicionários em sala de aula /
[elaboração Egon Rangel]. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2012.
148p. : il. –
(PNLD 2012: Dicionários)
2
SARAIVA JÚNIOR. Dicionário da Língua Portuguesa ilustrado. São Paulo: Saraiva, 2005. 482 p.
divididas de