Trabalho
Odara Vitório Teixeira
Gestão Estratégica de Negócios
1. Contextualização, ou seja, quais foram os melhores momentos da disputa: como começou, por que, como evoluiu e como esta a disputa hoje.
A briga é entre a Odebrecht dos Kieppe, e a Graal dos Gradin, começou em 2010, quando a Kieppe forçou seu direito de compra das ações pertencentes à Graal, tirando os Gradin do grupo de acionistas depois de 30 anos de união entre as famílias.
Com a chegada das novas gerações das duas famílias a posições de comando dos negócios, essa aliança se viu abalada, pois a Odebrecht vive seu melhor momento, operando em mais de 20 países e com faturamento de R$40 bilhões. A Graal reúne as ações de Victor e seus três filhos, Bernardo, Miguel e Maria, somando 20,65% de participação na Odebrecht. O problema é que os Gradin não querem sair, desde então as duas famílias brigam para decidir se há ou não a obrigação da venda. À sociedade previa que em caso de conflitos, recorreria à arbitragem, os Gradin contestaram e os Kieppe alegam que a causa não é compromissória.
No dia 14 de dezembro, a juíza Maria de Lourdes de Oliveira de Araújo decidiu iniciar os procedimentos para a instauração da arbitragem. Três semanas depois, a Odebrecht pediu que a decisão fosse revogada. A juíza não só a manteve, como mandou suspender as transações que derivavam do remanejamento do grupo.
A Odebrecht recorreu ao Tribunal de Justiça e pediu o cancelamento da audiência que instauraria o processo de arbitragem. O processo esta no STJ, o que está em questão, num primeiro momento, é se a disputa por parte do capital da Odbinv deve ser julgada pelo Judiciário, como defende a Odebrecht, ou por uma câmara de arbitragem, como querem os Gradin.
Em dezembro de 2012 a ministra Maria Isabel Galotti, da 4ª Turma do STJ, admitiu o recurso especial interposto pelos Odebrecht. Ou seja, ao julgar o mérito da ação, a ministra reconheceu que o litígio deve ser solucionado pelo