resumo contrato social
DAS PRIMEIRAS SOCIEDADES
É a família. Mas assim que as crianças separam-se dos pais, a família só se mantêm por convenção. Aparece a liberdade comum, e o homem torna seu próprio senhor.
DO DIREITO DO MAIS FORTE
Moralidade não pode resultar de força e de seus efeitos. Ceder a força constitui um ato de necessidade e não de vontade. Logo não se pode transformar força em direito, logo surge a expressão direito do mais forte, direito tomado ironicamente na aparência.
Logo, FORÇA não faz direito, e que não se é obrigado a obedecer senão às autoridades legítimas.
DA ESCRAVIDÃO
Uma vez que homem nenhum possui uma autoridade natural sobre o seu semelhante, e pois que a força não produz nenhum direito, restam pois as CONVENÇÕES como base de toda autoridade legítima entre os homens.
DO PACTO SOCIAL
Chega um momento que os obstáculos, tornam prejudiciais a conservação do homem no estado natural. Então esse estado primitivo não mais tem condição de subsistir, e o gênero humano pereceria se não mudasse sua maneira de ser.
Assim tem os homens a necessidade de UNIR e DIRIGIR as forças existentes, para formarem por AGREGAÇÃO, uma soma de força para arrastá-las sobre a resistência.
Assim é necessário encontrar uma força de associação que defenda e proteja de toda força comum a pessoa e os bens do associado, e pela qual, cada um, unindo-se a todos, não obedeça portanto a si mesmo, e permaneça tão livre como anteriormente. Tal é o problema fundamental cuja solução é dada pelo CONTRATO SOCIAL.
Logo o PACTO SOCIAL se reduz aos seguintes termos:
“ Cada um de nós põe em comum sua pessoa e toda sua autoridade, sob o supremo comando da vontade geral, e recebemos em conjunto cada membro como parte indivisível do todo”.
Do ESTADO CIVIL
A passagem do estado natural ao estado civil produziu no homem uma mudança considerável, substituindo em sua conduta a justiça ao instinto, e imprimindo às suas ações a moralidade que anteriormente lhes faltava.