relatório tiquira
CAMPUS SÃO LUÍS – MARACANÃ
PREPARAÇÃO DE TIQUIRA POR VIA ENZIMÁTICA: A PARTIR DA FÉCULA DE MANDIOCA
São Luís – MA
2013
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO
CAMPUS SÃO LUÍS MARACANÃ
PREPARAÇÃO DE TIQUIRA POR VIA ENZIMÁTICA: A PARTIR DA FÉCULA DE MANDIOCA
Professor: Silvio Coelho
Curso: Tecnologia de Alimentos
Turma: 7° período
Alunos (a): Daniel Lisboa, Kassandra Silva, Leandro Oliveira
Data: 13/04/2013
São Luís – MA
2013
OBJETIVOS
Produzir tiquira utilizando as enzimas Lyquozine Serpra e AMG 300 – L, e aprofundar os conhecimentos dos alunos na prática de produção de bebidas alcoólicas fermento-destiladas.
INTRODUÇÃO
Os índios aqui no Brasil, antes da chegada dos portugueses, já bebiam um fermentado de mandioca chamado Cauim. As mulheres mascavam a mandioca, esmagando-a com os dentes e enrolando-a no céu da boca. Apenas as virgens cuidavam desse processo, caso contrário a bebida ficaria ruim de acordo com a tradição. Elas mastigavam a mandioca com bastante saliva, cuspindo tudo num recipiente. Aquela mistura fermentava resultando numa bebida nutritiva e inebriante, com o gosto semelhante ao soro de leite. A bebida era consumida por homens e mulheres durante as festas na tribo, além de fazer parte do ritual canibal, antes dos grandes banquetes. Com a chegada dos europeus vieram também as técnicas de destilação e o fermentado Cauim virou a aguardente Tiquira - originária da palavra Tupi Tikira que significa líquido que goteja. [1]
Tiquira é uma bebida artesanal, oriunda da mandioca, típica de cidades do interior do Maranhão, de forte teor alcoólico e, geralmente, de cor azulada. Não é produzida industrialmente, sendo encontrada, comumente, nos mercados de produtos regionais. Também é muito encontrada na cidade de Tianguá, no estado vizinho do Ceará. [2]
Ela é originalmente incolor, mas alguns