Plantas medicinais
Com a evolução, surgiram diversas mudanças, onde foram criados diferentes métodos para a cura. Segundo Rossato et al. (2011, p. 69) ”Apesar dos avanços da medicina, a utilização de plantas medicinais (PM) se mantém no cotidiano das pessoas e a incorporação da fitoterapia no âmbito da Saúde Pública é uma recomendação da OMS.” Além de utilizarem desses recursos as pessoas se aprofundaram no assunto e com o ajudo do grande avanço da tecnologia conseguiram criar medicamentos que tratassem de específicas doenças, porém, mesmo com todo esse progresso que o homem teve em relação aos medicamentos, as plantas medicinais continuaram presentes. De acordo com Anderson, Newall, Phillipson, 2002; OMS, 2000; Rates, 2001; Simões, 2007 (apud ROSSATO et al 2011, p.70)
[...] mesmo com o avanço da indústria farmacêutica, estima-se que cerca de 80% da população não tem acesso aos medicamentos industrializados, e, destes, 85% utilizam plantas medicinais e/ou seus extratos nos cuidados básicos de saúde. Somado a isto se têm o crescente interesse e adesão da população por medicamentos naturais em virtude do descrédito na medicina convencional e/ou pela busca de uma terapia com menos contra- indicações e efeitos colaterais.
A fitoterapia continua presente na vida da maioria, sendo muitas vezes os conhecimentos passados de pai para filho, proporcionando assim a prevenção para uma boa saúde, sendo buscados nas plantas uma terapia que causam menos efeitos colaterais e uma mais saudável cura nos indivíduos.
Mesmo que os conhecimentos sobre os fitoterápicos sejam passados de geração em geração, muitos não sabem a eficácia correta e as reações que tal planta medicinal pode