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Ecologia das Populações:
Nesta teoria é enfatizado a capacidade de adaptação das organizações, seu argumento principal é que o ambiente seleciona tipos de organizações que se adaptam às características ambientais. Seu nível de analise envolve um conjunto de organizações. Nesta teoria é abordado como as condições políticas, econômicas e sociais afetam a diversidade de organizações e como justificam sua composição mutante ao longo do tempo. Como se trata de um modelo análogo à seleção natural, destacam a existência de três estágios: O primeiro refere-se à variação das formas organizacionais conduzidas em função das pressões ambientais; o segundo estágio é a seleção onde somente algumas formas organizacionais se ajustam ao ambiente e o terceiro e último estágio é o da retenção onde as formas selecionadas são preservadas, duplicadas e reproduzidas.
É criticada pela dificuldade em especificar fontes originais de variação das populações, os processos gerenciais e as dificuldades em considerar aspectos relacionados ao poder, conflito e a análise dos processos sociais, além de estreitas definições de organizações e um excessivo conjunto de definições de populações organizacionais, destacam também uma desatenção a questões ligadas ao monopólio e controle de recursos.
Dependência de recursos:
Aborda fluxos de recursos através das interações ambientais com foco no fluxo de recursos críticos e escassos. Este modelo tem fortes laços com a economia política das organizações e com a sociologia.
A dependência de recursos considera ativo o processo de interação com o ambiente, as organizações tentam manipular o ambiente em que atuam para seu próprio benefício, implicando em decisões estratégicas para se adaptar ao ambiente.
É criticada por ser limitada na amplitude de