Hidrelétrica Belo Monte e Seus Impactos Ambientais
A importância das medidas preventivas de danos ambientais exerce um papel principal dentro da analise dos impactos ambientais, uma vez que os danos, na maioria das vezes, apresentam características de irreversibilidade.
A precaução, por sua vez, vem contemplando no cenário da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que desde seu inicio deparou forte oposição de ambientalistas brasileiros e internacionais e algumas comunidades indígenas.
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construído no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará e será a maior do país e a terceira maior do mundo.
Será mesmo que está sendo uma vantagem para o país? Será mesmo que vale a pena?
Primeiramente no inicio de tudo, a justiça suspendeu o EIA (Estudos de Impacto Ambiental) em 2001 e o seu Licenciamento em 2009, somente a partir de 2011 concedei a sua licença e começou a obra.
Além disso, irá trazer inúmeras desvantagens no fim e durante de sua construção, sendo elas, a alteração do regime de escoamento do rio, redução do fluxo de agua afetando a flora e a fauna locais e por principal o grande desmatamento para a construção da obra, que abriga mais de 440 espécies de aves e mais de 200 mamíferos, e para que o lago da Usina Hidrelétrica possa ser preenchido.
Outra desvantagem também, o lago poderá inundar algumas aldeias e trechos onde os índios navegam, terá diminuição da oferta de peixes, a população das cidades locais irá dobrar e não há infraestrutura para isso, e danos ao patrimônio arqueológico, entre outras inúmeras desvantagens citadas no Relatório do IBAMA e por ambientalistas.
Infelizmente, haverá um grande Impacto Ambiental em curto prazo e nada traz apenas um lado positivo. Porém quem hoje em dia consegue ficar sem energia elétrica? A obra se faz necessária, embora cause tantos impactos ambientais.