HARMÔNICOS NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: CONCEITOS E CONTROLE
“JÚLIO DE MESQUITA FILHO”
CAMPUS DE GUARATINGUETÁ
KARINE MAYARA VIEIRA COUTINHO, 11506-3
JAIRO LINS BRANDÃO, 10541-3
PROJETO IV
Harmônicos nas instalações elétricas: conceitos e controle
Guaratinguetá
2014
1 OBJETIVO
Desenvolver um estudo sobre o conceito de harmônicos, sua presença nas instalações elétricas e suas formas de controle. 2 MOTIVAÇÃO
Há alguns anos, nota-se o crescimento acelerado de equipamentos eletrônicos cada vez mais sofisticados nas instalações elétricas. A presença de tais aparelhos pode acarretar efeitos indesejáveis sobre a qualidade de energia, tornando suas próprias operações e de outros equipamentos inadequadas.
Desta forma, torna-se imprescindível o conhecimento a respeito do que são harmônicos, como identifica-los nas instalações e principalmente como conviver com seus efeitos.
3 HARMÔNICOS E SUAS FONTES Uma tensão ou corrente harmônica pode ser definida como um sinal cuja frequência é um múltiplo inteiro da frequência fundamental do sinal de alimentação (PROCOBRE, 2001). Um sinal distorcido pode ser entendido como uma onda formada por várias senóides perfeitas, porém de amplitudes e frequências diferentes, as quais são denominadas harmônicas. A harmônica fundamental é a harmônica de ordem 1, que é a única presente em um caso ideal, porém, existem também as harmônicas de ordem par e ímpar. As primeiras são encontradas em casos onde ocorre assimetria do sinal devido a presença de componente contínua, enquanto as ímpares são as mais comumente encontradas em instalações elétricas. Cargas lineares são cargas onde as formas de ondas de corrente e tensão são sempre senoidais, enquanto que nas não lineares isto não ocorre. Devido ao desenvolvimento de componentes como diodos, transistores e tiristores, que operam basicamente no modo de chaveamento, tem-se a circulação de correntes não senoidais