Finanças Corporativas
As empresas de uma forma geral devem ser vistas como um investimento efetuado por uma ou mais pessoas, com normas fiscais e societárias gerais e típicas do negócio. Como qualquer investimento, os empreendedores se perguntam: Qual a liquidez do meu investimento? Qual a rentabilidade? A quais riscos nosso investimento está exposto ou associado? Assim, a liquidez, a rentabilidade e o risco são variáveis inclusas para qualquer forma de investimento, que qualquer agente econômico se proponha a efetuar. São através desses princípios que vamos analisar as vantagens e desvantagens de uma empresa, quando adotam uma política de capital próprio ou de capital de terceiros, verificando como o custo de capital se encontra através do mesmo. Visando com isso, identificar fatores que possam demonstrar qual tipo de política pode elevar o valor da empresa.
2. ESTRUTURA DE CAPITAL
A estrutura de capital é determinada pelo composto de endividamento a longo prazo que uma empresa utiliza para financiar suas operações.
As decisões inadequadas de estrutura de capital podem resultar em um elevado custo de capital, o qual tornaria mais difícil encontrar investimentos aceitáveis. Boas decisões empresariais objetivam a diminuição do custo de capital da empresa, tornando mais fácil achar investimentos aceitáveis que aumentarão a riqueza dos proprietários.
3. TIPOS DE CAPITAL
3.1. CAPITAL DE TERCEIROS: fundos de longo prazo obtidos via empréstimos. Seus custos são relativamente mais baixos, pois, os credores têm maiores riscos que os outros fornecedores de capital.
3.2. CAPITAL PRÓPRIO: fundos de longo prazo fornecidos pelos acionistas (proprietários), que não precisam ser reembolsados. Fontes são as ações preferenciais e ordinárias, que incluem os lucros retidos.
3.3. CARACTERISTICAS DOS TIPOS DE CAPITAL
Característica
Terceiros
Próprios
Voz na administração
Não
Sim
Direitos sobre lucros
Prioritário ao próprio
Subordinado a terceiros
Prazo