Fichamento - Capítulo 3 - A Formação da Classe Operária Inglesa Vol. III
Demagogos e mártires
1. Descontentamento.
1. A crise do pós-guerra, o desemprego de industriários e militares dispensados, tinham sido o estopim para a era mais heroica do radicalismo. Agora, não só a reivindicação pelo Direito do momem fazia parte da retórica dos radicais, estava em cheque agora a crítica estava baseada nos abusos do sistema político e econômico.
2. Em 1815 a retórica libertária generalizada era o principal elemento discutido pelas vozes do radicalismo. Esta retórica não estava dependente somente nos que a escreviam, mas tas e também era sustentada pela multidão industrial londrina, que havia se tornado bem mais organizadas, consciente, e elaboradas no pós-guerra.
3. Diferente do movimento luddista e dos motins no período de guerra e bloqueio continental, o pós-guerra apresentaria um radicalismo ligado a uma reação de toda a comunidade, e não somente de minorias organizadas. Em casos como a prisão de Samuel Banford e da execução do marinheiro Cashman a comunidade reagiu de forma revoltada aos acontecimentos.
2. Problemas de liderança
1. Com a formação do Clube de Hampden em 1812 por John Cartwright, com proposta reformadora seguindo a ideologia Whig, pretendiam realizar uma reforma parlamentar por meios legais com o apoio da classe média . Cartwright realizava viagens para colher assinaturas e arregimentar participantes para o movimento. Apesar do descontentamento ter atingido toda a população, apenas os industriarios haveriam criado uma consciência de classe capaz de radicalizar através de um impulso consciente.
2. Bristol: agitação por artesãos, cordovaneiros e vidraceiros; Lancashire: movimento operario independente; West Riding: os artesãos só entraram no final do movimento devido questões econômicas; Leeds: reformadores artesãos de classe média; Birgminghan, radicalismo nativo apoiado por patrões e liderado pela classe média.
3. A divergência entre ideais de cada localidade e a escolha da liderança por estes,