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CAPÍTULO 44 – A Vida como Bem Supremo
• A autora constrói sua noção de direitos humanos ressaltando a importância do direito à vida.
• Questionamento acerca de âmbitos históricos passados, crenças acerca da religião cristã.
• Cristo: Suas ideologias provocaram uma revolução cultural, e implantaram:
1) A ideia de Fraternidade Universal (“Só há um Deus e todos são irmãos”)
2) A ideia de Bem e ser justo (depois de Cristo é estabelecido que todo herói deve ser bom.).
3) A ideia de vida e alma eterna.
• As ideias do Cristianismo foram assimiladas ao Direito Romano, e assim difundidas.
• No Cristianismo há o dogma de que o homem sofredor e humilde, será salvo, e conquistará a plenitude de sua alma no “reino dos Céus”.
• Na modernidade, há uma abdicação, um desmantelamento, e uma crise para com os preceitos do Cristianismo. Na modernidade, ao contrário dos tempos passados, vive-se o tempo presente com qualidade, e não com sofrimento. A vida eterna não é prioridade, e sim a vida presente, vivida nos melhores padrões possíveis, portanto, a vida ainda é preservada se forma suprema, porém de maneiras diferentes. Não é cabível à modernidade viver segundo os moldes estabelecidos pela moral cristã.
• Como efeito aos hábitos tidos nos tempos modernos em relação à vida, o ser humano passou a não aceitar a morte, mesmo que o indivíduo doente, por exemplo, não estivesse mais em condições de viver. Nos tempos passados, os homens consideravam a vida sem qualidade como sendo uma vida sem sentido, e sendo assim, casos de suicídio eram corriqueiros e considerados normais. Já atualmente, suicídio possui caráter grave de crime, tanto no âmbito da lei,quando no âmbito sociocultural e religioso (onde , por exemplo, cristãos sepultam demais criminosos mortos, mas recusam-se a sepultar um suicida. Como o cristianismo prega a vida como bem supremo, e a vida em Terra é dada como o primeiro estágio da