Eficiência de um sistema de transmissão - cvt
Daniela de Conto
Jaqueline Pruch Ramon
Monica Scaraboto
Rute dos Santos Bandeira
A transmissão continuamente variável (CVT) funciona através de um sistema de polias que permite uma variabilidade entre a marcha mais alta e a mais baixa sem “degraus”.
Uma caixa continuamente variável que utiliza correia e V possui, além de microprocessadores e sensores, três componentes básicos:
◦ uma correia de metal ou borracha para alta potência; potência; ◦ uma polia de entrada "condutora" variável; variável; ◦ uma polia de saída "conduzida" também variável. variável. As polias com diâmetro variável são o coração da CVT.
Cada polia é composta de dois cones de 20 graus um de frente para o outro e capazes de se aproximarem ou se afastarem entre si. Uma correia passa no canal entre os dois cones.
Uma das polias conhecida como polia condutora é ligada ao virabrequim do motor.
A polia condutora também é chamada de polia de entrada, porque é por onde a força do motor entra no câmbio.
A outra polia é chamada de polia conduzida, porque é acionada pela condutora.
A polia conduzida (de saída) deve transferir potência para a árvore de transmissão.
Vídeo ilustrativo de sistema CVT
N - Força de reação normal da força de acionamento.
Nx - Força de reação resultante no eixo horizontal x da força de acionamento.
Ny - Força de reação resultante no eixo vertical y da força de acionamento.
Fat - Força de atrito contrária ao deslizamento da correia no sentido radial.
Fc - Força de inércia da correia de deslocamento no sentido radial.
Influencia na velocidade, no torque e em geral na eficiência do sistema, pois é uma relação de transmissão.
Quando uma polia diminui o seu raio, a outra deve aumentar o seu raio, de modo a manter a correia tencionada. Quando o raio da polia condutora é menor que o raio da polia conduzida, tem-se como resultado uma marcha baixa.
Quando o raio é maior na polia condutora e menor na polia