Economia
"Respeitamos a vontade dos habitantes do sudeste (da Ucrânia)", completou Moscou. Mais cedo, o presidente ucraniano Petro Poroshenko, havia pedido ao governo da Rússia que não validasse o resultado da votação. saiba mais
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Já a União Europeia considerou que a eleição organizada hoje foi ilegal, não será reconhecida e representa um "novo obstáculo" para uma solução pacífica para o conflito.
"Considero (a eleição) de hoje um novo obstáculo no caminho para a paz na Ucrânia", declarou a nova chefe da diplomacia do bloco, Federica Mogherini, em uma nota.
Boca de urna divulgada por Roman Liaguine chefe da Comissão Eleitoral instalada para esse pleito por parte da autoproclamada República Popular de Donetsk (DNR), apontou que o "primeiro-ministro" Alexandre Zakhartchenko foi eleito "presidente" neste domingo, com 81,37% dos votos.
Ainda segundo a enquete, seu partido, o "República de Donetsk", recebeu 65,11% dos votos nas eleições legislativas.
'Construir um novo Estado'
Filho de mineiro, o comandante de unidades rebeldes Zakhartchenko afirmou que seu desejo é "construir um novo Estado, que se tornará legítimo depois das eleições, e recuperar os territórios do leste atualmente sob controle ucraniano".
"A Ucrânia não quer a paz, o que quer que ela diga. Claramente, ela joga um jogo duplo", criticou Zakhartchenko, após ser declarado vencedor das urnas, neste domingo.
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Neste domingo (2), o