DIRETRIZES PARA O PROJETO
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), garante a todo menino e menina o direito à proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas públicas que permitam seu nascimento e desenvolvimento sadio e harmonioso, dando obrigações legais para instituições prestarem o devido atendimento à segurança, e principalmente a inclusão de forma garantida no seio social, sem prejuízo de sua jornada até o indivíduo se torna adulto. A força da lei, não tem sido suficiente para salvaguardar os direitos desses indivíduos. Muitas crianças e adolescentes, todos os dias, são vítimas de diversos tipos de violência, muitas vezes a violência começa na casa da criança, na escola e suas redondezas, pela comunidade, por outras instituições. Além das feridas físicas, quando não leva à morte, a violência deixa sequelas psicológicas que podem comprometer de forma permanente a vida das crianças e dos adolescentes, ela prejudica o aprendizado, as relações sociais, o desenvolvimento.
A violência contra as crianças inclui violência física, psicológica, discriminação, negligência e maus-tratos, ela vai desde abusos sexuais em casa a castigos corporais e humilhantes na escola. Das violências apresentadas algumas são mais graves e se tornam mais frequentes na sociedade por serem mais fáceis de usufruir do silencio. Essas violências acabam predominando em um ambiente doméstico, que deveria ser o porto seguro para esses jovens, se torna o mais propicio as práticas e que representam um importante fator de impedimento para o desenvolvimento e integração social das crianças e dos adolescentes, em consequência dos traumas físicos e psicológicos, sendo justificada pelos agressores como formas de educar e de dar correções aos maus comportamentos, essas determinações de limites através de uma suposta educação acaba se abusando em demasia do indivíduo que se torna o mais fraco em vários aspectos. As sequelas deixadas pela violência podem ter sérias implicações no