Definiçoes
Não encontramos uma definição concreta de Inteligência Emocional, mas podemos dizer que está regulada a desenvolturas tais como motivar-se a si mesmo e prosseguir em face de frustrações; controlar impulsos, canalizando sentimentos para ocasiões apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento os objetivos de interesses comuns.
Para Salovey e Mayer:
"...a capacidade de perceber e exprimir a emoção, assimilá-la ao pensamento, compreender e raciocinar com ela, e saber regulá-la em si próprio e nos outros." (Salovey & Mayer, 2000).
Salovey e Mayer dividiram em quatro características:
1. Percepção das emoções - inclui habilidades envolvidas na identificação de sentimentos por estímulos, como a voz ou a expressão facial, por exemplo. A pessoa que possui essa habilidade identifica a variação e mudança no estado emocional de outra.
2. Uso das emoções – implica na capacidade de empregar as informações emocionais para facilitar o pensamento e o raciocínio.
3. Entender emoções - é a habilidade de captar variações emocionais nem sempre evidentes;
4. Controle (e transformação) da emoção - constitui o aspecto mais facilmente reconhecido da inteligência emocional – e a aptidão para lidar com os próprios sentimentos.
1.1Para Goleman:
"...capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos." (Goleman, 1998)
Segundo Daniel Goleman, pai do termo Inteligência Emocional, mais importante do que ter um Q.I elevado, é saber controlar as suas próprias emoções, e deixando assim de lado a questão de que a capacidade intelectual é um fator fundamental para o sucesso, seja ele profissional ou acadêmico.
Goleman quer provar que o controle emocional de uma pessoa é que vai determinar sua inteligência.
Segundo ele, a inteligência emocional pode ser