De acordo com MAGNI professores precisam mais do nunca saber e dominar um procedimento clínico (observar, agir, corrigir, etc.) fazendo parte de seu dia a dia em sala de aula, saber construir situações didáticas sob medida (mais a partir do aluno do que do programa).Os pais, sem uma resposta eficaz da escola, procuram, fora do ambiente escolar, profissionais como fonoaudiólogos, pediatras, neurologistas e psicopedagogos, na busca de superação do problema, o termo desordem fonológica (DFE) é utilizada para remeter ás crianças com dificuldades especifícas para o aprendizado da língua, essa alteração afeta na faltade aúsencia de fatores etiológicos conhecidos e detectáveis, como dificuldade geral de aprendizagem ou defícit intelectual, devido ao cárater abstrato do fonema, a dificuldade da criança aumenta na realização da segmentação fonêmica de uma produção sonora. Esse tipo de tarefa exige uma alto nível de consciência fonológica e apóia a criança, está lidando com unidades abstratas em um segmento sonoro contínuos, o que dificulta a percepção de cada som COSTA(2006), O nível de fonemas compreende a capacidade de dividir as palavras em fonemas ou seja nas menores unidades que pode mudar o significado de uma palavra, para isso é necessário o reconhecimento de que palavra é, na verdade junto dos fonemas . Uma das reclamações mais freqüentes de pais, com filhos em idade escolar, é a de que as instituições de ensino não têm dado uma resposta adequada e em tempo hábil, às crianças que sofrem com as dificuldades de leitura e de escrita no ensino fundamental. O processo de aprender exige uma integração entre cognição, afetividade e a ação e, nas pessoas que não apresentam dificuldades, esta integração flui, permitindo a aprendizagem. Já aqueles que por algum motivo apresentam dificuldades, esta integração aparece obstaculizada, desorganizada, o que provoca muita tensão diante das situações de aprender. O não conseguir aprender por repetidas vezes faz com que o aprendiz