CASE COORS COMPANY - PROBLEMATIZAÇÃO
PROBLEMATIZAÇÃO (RESUMO DO CASE)
Comemorando 110 anos de existência em 2010, a Caloi planeja uma série de estratégias de mídia para renovar a força da marca junto ao grande público. Para isto, além de todo o trabalho publicitário, pretende promover, ainda, mudanças em seu visual, com o objetivo de resgatar sua identidade perdida nos últimos anos. Embora atualmente esteja afastada da grande mídia, em termos de publicidade, muitos ainda se lembram do bordão “não esqueça a minha Caloi”, que representou o ponto alto da marca em termos comerciais, no final da década de 70 (1978).
Atualmente, conta com campanhas veiculadas apenas em canais de TV fechada, voltados exclusivamente para o público infantil. Em sua estratégia de retomada de crescimento midiático, pretende lançar um selo comemorativo e campanhas em impressos.
A empresa, nascida em 1898, pelo italiano Luigi Caloi que, ao chegar ao Brasil, fundou a Casa Luiz Caloi, em São Paulo. Inicialmente, trabalhava com a importação das bicicletas, até que, em 1945, durante a guerra, em decorrência de dificuldades de transporte de peças, passou a produzir no próprio país. Três anos depois já fabricava todas suas bicicletas e em 1975 inaugurou sua segunda fábrica, em Manaus.
De acordo com a analista de marketing da Caloi, Ana Paula Nogueira, mesmo a concorrência com a Monark, no decorrer dos anos 80, causou algum tipo de enfraquecimento da marca. “São duas empresas muito fortes. A Monark era mais focada para o público adulto. A Caloi sempre visou atingir as crianças”, explica. Depois do auge midiático com a campanha “não esqueça a minha Caloi”, a empresa resolveu alterar sua estratégia, passando a patrocinar eventos esportivos, buscando outras frentes de mercado, com um público mais adulto, com foco de Marketing voltado para o nicho Bicicletas, Esporte e Saúde.
A partir de 1999, a empresa foi vendida para a família Musa e, a partir de então, a empresa passou a buscar um novo ramo: além de bicicletas,