Bion era um terapeuta seguidor de Melanie Klein estabelecia a relação mãe –bebê. Uma das teorias que eram usadas por Bion, era a do pensamento. Essa teoria o ajudou a concluir que não conseguimos dissociar nossas emoções. Para isto na mente é feito um vínculo sobre nossas emoções e pensamentos, chamados de K (conhecimento). Tanto a emoção quanto o conhecimento originam uma reação emocional de uma experiência, decorrente da ausência do objeto. A criança ela pode aprender a tolerar privações que causam as suas frustações, fujindo ou aprendendo a modificar a realidade através da atividade do pensar e do conhecer. Pode ocorrer do desenvolvimento da criança ser mais dificil por a mãe atráves do seu conhecimento e pensamento querer conter as angústias do filho é necessário que a mãe compreenda. O vínculo K é conceituado por Bion como sendo aquele que existe entre um sujeito que busca conhecer um objeto (pode ser ele próprio ou alguém de fora) e um objeto que se presta a ser conhecido. A Capacidade da mãe em transformar os elementos denomina-se rêverie (sonhar acordado). O armazenamento desses elementos possibilita o pensar e o aprender com as experiências, no indivíduo. Se a capacidade Rêverie da mãe for suficente ela ajudará no desenvolvimento da criança com as experiências positivas e negativas vividas, impostas pelas privações e frustrações. A criança, nesse caso, desenvolve uma função K que possibilita enfrentar novos desafios em um círculo benéfico de aprender com a experiência, à medida que introjeta a função K da mãe. Se a mãe não tiver esta capacidade em conter a angústia da criança,as projeções que tenta depositar na mãe são obrigadas a retornar a ela sob a forma de um “terror sem nome”, o qual gera mais angústia e mais ódio. em alguns casos mais extremos em que a mãe externa não contém e não dá significado, sentido e nome às identificações projetivas do bebê. É importante salientar que a função K não se refere somente à posse de um conhecimento ou saber,