Associação de bombas em série
Em algumas aplicações, como por exemplo, por condições topográficas ou por qualquer outro motivo, um sistema poderá exigir grandes alturas manométricas, que em alguns casos, pode exceder às faixas de operação de bombas de simples estágio. Nestes casos, uma das soluções é a associação de bombas em série.
Um exemplo de uma provável necessidade da associação de série de bombas
Considerando o esquema a seguir é fácil observar que:
1. O líquido passará pela primeira bomba e receberá uma certa carga manométrica e ao entrar na segunda bomba, haverá um novo acréscimo de carga a fim de que o mesmo atinja as condições solicitadas.
2. A vazão que sai da primeira bomba é a mesma que entra na segunda, sendo portanto a vazão em uma associação de bombas em série, constante. Conclusão: quando associamos duas ou mais bombas em série, para uma mesma vazão, a carga manométrica será a soma da carga manométrica fornecida por cada bomba.
Portanto, para se obter a curva característica resultante de duas bombas em série, iguais ou diferentes, basta somar as alturas manométricas totais, correspondentes aos mesmos valores de vazão,em cada bomba.
Associação de duas bombas iguais associadas em série:
Duas bombas diferentes associadas em série:
Cuidado: verificar a pressão máxima suportada no flange das bombas subseqüentes. Possibilidade da associação em série Exercício
Quando a instalação dada opera somente com a bomba B1 a CCI é dada por:
m3
HS = K1 + 527800 × Q , onde Q → e Hs → m s 2
Nesta situação a pressão no tanque superior é atmosférica.
Pressurizando o tanque com 2 kgf/cm², haverá a necessidade de associar B1 e B2. Sabendo-se que a vazão desejada de operação para ambos os casos é 5,2 l/s, pede-se:
(a) a potência de B1 quando operar na instalação (com p2 = 0);
(b) a vazão que será recalcada quando o reservatório superior for pressurizado;
(c) a potência da associação;