Aposematismo
A fabricação de sabão para limpeza é conhecida há séculos e narrada pelos antigos historiadores. Os gauleses foram os primeiros a manufaturar sabões de gorduras de cabra e de cinzas de madeira. Nas escavações de Pompéia foi descoberta uma fábrica de sabão sepultada durante quase 2000 anos. Acredita-se que os romanos adquiriram dos gregos seus conhecimentos sobre a fabricação de sabão. Até o século XIV, os espanhóis e os italianos foram provavelmente os principais fabricantes de sabão. A arte de produzir sabão foi introduzida na França, na cidade de Marselha durante o século XIII ou XIV. Os sabões de Marselha eram de excelente qualidade, fabricados de óleo de oliva e álcali preparado a partir das cinzas de lenha e de algas. A província espanhola de Castile deu seu nome ao sabão feito no local com óleo de oliva (Castile). A fabricação de sabão foi, provavelmente, introduzida na Inglaterra durante o século XIV. A primeira patente inglesa relativa à fabricação de sabão dita de 1632. Uma das transformações mais revolucionárias sofridas pela indústria saboeira ocorreu em 1791, quando o químico francês Le Blanc descobriu o processo de fazer soda cáustica a partir do sal comum. Este fato quase eliminou com a utilização de cinzas de lenha. Os métodos de fazer sabão permaneceram inalterados durante muitos anos, embora o óleo de coco e o breu tivessem sido acrescentados à lista das matérias primas. Quando os sabões foram feitos pela primeira vez na América, os métodos empregados foram copiados daqueles vigentes na Inglaterra. Com o progresso rápido na indústria durante os séculos XIX e XX, a fabricação de sabão mudou um pouco e a maioria do sabão produzido no mundo de hoje é feito pelo chamado processo contínuo. O conhecido sabão, usado principalmente para fins de lavagens e como agente emulsionante, consiste principalmente de hidróxidos de sódio ou potássio, de ácidos gordurosos. Os sabões produzidos a partir de hidróxido de sódio (soda