A crise na modernidade após a modernidade educações da relações tecnicas e raciais
Neste trabalho demonstraremos a sociedade em que vivemos daremos ênfase às diferenças étnicas, os conflitos que o individuo alvo dos preconceitos sofrem diariamente nos ambientes universitários e as discursões para admissão de alunos afro descendentes.
As diferenças estãoem todos os lugares, na cor de pele, classe social e até mesmo com deficientes físicos.
As dificuldades aparecem para desanimar e te deixar depressivo, para que não tenha força de se levantar e dizer o que pensa, sim você pode mudar as coisas no Brasil as diferenças não são mais expostas pelo fato de que as punições são demoradas, mais não se deve desanimar e deixar para lá o que você pode modificar.
Enquanto existirem pessoas que não lutam pelos direitos e por sua capacidade, e de criatividade o Brasil continuara da forma que esta, as pessoas devem usar a mídia a seu favor, e mostrar o que esta acontecendo para o mundo todo, e quem sabe isso não lhes ajude a melhorar a situação, a mídia pode ajudar e muito conforme ela for usada, mais tem que saber usar ao seu favor.
Pode se demorar anos e anos, mais um dia isso ira mudar, logico que para melhor, e para mudar isso, se começa desde criança coma inclusão.
Veja a democracia imposta para que sejam admitidos aqueles menos afortunados pela sociedade, os debates e as polemicas deste assunto.
A crise da modernidade e a pós modernidade educação das relações étnicos raciais.
A desigualdade racial na educação se reflete na diferençados rendimentos da população negra ou parda em comparação com os brancos.
Negros e pardos que tem menos acesso ao ensino, quando atinge aidade para entrar no mercado de trabalho ganham 50% menos que um branco, mais o ( déficit) a deficiência educacional não é a única explicação para a desvantagem salarial, dentro do mesmo grupo da mesma escolaridade o rendimento dos brancos é até 40% mais elevado, estes dados foram apresentados no documento síntese de indicadores sociais elaborado pelo instituto Brasileiro