textos sobre: psicologia juridica
1.Introdução
Esta área de especificidade da Ciência da Psicologia se posiciona em todas as áreas do Direito. A Psicologia jurídica por ser considerada em alguns lugares algo novo, o que proporciona ao profissional desta área se sentir cada vez mais deslocado de sua real função. O profissional da área jurídica utiliza-se varias ferramentas, tendo consciência de suma importância, suas principais fontes de embasamento profissionais são as vertentes psiquiatria e psicanalítica. Os psicólogos Jurídicos atuam subsidiando o juiz na compreensão destes casos, apoiando o sócio-educativo. Consistindo em pesquisar pelas praticas submissas ao Estado, interferindo e determinando as relações humanas, influenciando assim cada vez mais na subjetividade de cada individuo.
A Psicologia Jurídica como um campo de atuação do psicólogo tem-se feito presente nas diversas instituições do direito, como no sistema penitenciário e nos espaços do poder judiciário – Varas de Família e Varas da Infância e da Juventude. Entretanto, esta profícua relação de saberes e fazeres da Psicologia, o Direito e demais áreas afins, também tem se concretizado em outros inúmeros espaços.
2.Inicio da psiquiatria forense e psicologia jurídica no Brasil
As doenças mentais e as leis vêm evoluindo desde o antigo Egito, diante deste progresso não se observou nenhuma relação direta em prol do desenvolvimento das leis junto as doenças mentais. Os médicos não se preocupavam em estabelecer nenhum tipo de classificação do adoecer psíquico, eles apenas observaram que o sujeito não era integro e tomavam as providencias legais.
Após o surgimento da Psiquiatria, foi ela que tomou todas as providencias em relação á saúde mental e a justiça. A partir disso que surgiu Psiquiatria Forense, sendo definida como subespecialidade que faz uso dos conhecimentos psiquiátricos à luz da legislação e a serviço da justiça. Em 1897 em São Paulo o