Resenha de satiricon comparado a bíblia sagrada
As condições de vida dos pobres daquela época era muito sofrida, porém, para uma solução consoladora, viviam à sombra das dádivas dos ricos. Não poderiam viver sem estratégias para pelo menos o sustento. Um exemplo em Satiricon nos relata sobre o banquete de Trimalquio, onde os circenses, que eram pobres, faziam apresentações para sobreviverem, e ainda sim eram maltratados.
A sociedade em geral era uma sociedade corrompida de corpo, alma e espírito. Eram politeístas, ou seja, criam em vários deuses. Davam valor as riquezas, aos luxos, e os ricos faziam questão de ostentar as riquezas (luxúrias). Eram corrompidos, cheios de rancor e ódio e eram soberbos.
Seus valores giravam em torno do prazer carnal. Os rapazes e moças se uniam quando ainda eram crianças. Existia relações extraconjugais, ou seja, adultérios, fornicações, e qualquer outro ato ilícito e abominável era considerado normal na época. O sexo era posto em evidências. Não havia distinção de sexos, e com isso haviam já nessa época muitos homossexuais, e que não mantiam relações sexuais apenas com um, mas com vários do mesmo sexo. Pessoas sem pudor, sem moral ética e o poder estava nas mãos do imperador.
Já o livro de Romanos é um livro de ensinamento profundo e rico. Nela Paulo mostra o problema de todos os homens: “Não há justo, nem um sequer” (3:10); “...pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (3:23); “...o salário do pecado é a morte” (6:23); “...a morte passou a todos os homens, pois todos pecaram” (5:12). Tais problemas que são bem exemplificados no livro Satiricon.
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