Resenha crítica - cinema, televisão e vídeo
Linguagens do Video e da TV, Professora Karen Ramos. RESENHA
WOLGEMUTH, Júlio. Cinema, Televisão e Vídeo: Instrumentos Diferenciados. Trecho removido do livro Video Educativo: Uma Pedagogia Audiovisual. Brasília: Senac, 2005.
Ueslei Madureira Sá
Um estilo de produção alternativa a qualquer tipo de meio já existente, ou um meio de reprodução dos produtos que já por ali figuravam, seja na TV ou no cinema, a discussão sobre qual das definições é a mais válida para definir o vídeo, é uma das peças chaves do texto “Cinema, Televisão e Vídeo: Instrumentos Diferenciados”. Com um olhar critico sobre o que é Cinema, TV e Vídeo separadamente, o texto tenta explicar com dados e com fatos o que difere cada um dos meios. A grande verdade é que o vídeo só vira vídeo propriamente dito, quando passa a poder ser gravado. Sendo assim, ele surge a principio como um instrumento a favor da televisão. De acordo com o passar do tempo, o vídeo passou a ser um instrumento com uma difusão maior, mais acessível a toda a população e com uma quantidade de adeptos cada vez maior, principalmente, pelo fato de que poderia ser visto como uma maneira de expressar seus direitos, ideais e/ou manifestações artísticas sem ter que se filiar ou se submeter às grandes empresas televisivas que mandam no certame. Pelo fato de o texto não ter sido escrito nos períodos atuais, ele deixa de se aprofundar em um meio que atualmente tornou-se a forma mais fácil e prática de divulgar o vídeo: a internet. É fato que nos períodos atuais, as formas de gravação de vídeo ficaram ainda mais fáceis, qualquer aparelho celular permite que um humano qualquer faça pequenas filmagens e poste nos sites de compartilhamento, qualquer um dos muitos já existentes por ai. Assim como uma passagem do texto diz, atualmente ainda existem os “videastas”, “videístas” e, segundo palavras do autor, os “vidiotas”. Deixando o neologismo do autor de lado, as redes