Relatorio de bombas hidraulicas
Júlio Cesar Yasui
Diego Rodrigo Bortolon
HIDRAÚLICA
Relatório de pratica de bombas em serie e paralelo
CAMPO MOURÃO
2010
INTRODUÇÃO
O princípio básico de transferência da energia recebida pela bomba, de uma fonte externa, ao fluido é a existência, no corpo ou caixa da máquina, de uma roda ou rotor que, ao girar comunica ao fluido aceleração centrífuga e conseqüente aumento de pressão.
O conjunto destinado a elevar fluidos a determinados pontos denomina-se sistema elevatório que é composto por partes de sucção ou aspiração, conjunto moto-bomba e parte de compressão e elevação. Para se montar um sistema elevatório é necessário que se saiba no mínimo a vazão, a perda de carga e a altura manométrica que se queira atingir. A partir desses dados fazem-se os cálculos e define qual a melhor tipo de bomba e como elas devem operar podendo ser em paralelo ou em série.
No sistema em série, a vazão é a mesma e a perda de carga total é a soma das perdas em cada trecho, de modo que a curva características do sistema pode ser determinada, numericamente, para cada vazão. Deve se observar que as vazões da curva característica do sistema devem estar dentro da faixa de vazões da bomba.
No sistema em paralelo, para uma única altura geométrica ou não, é convenientemente utilizar um procedimento gráfico baseado na propriedade fundamental de tubulações em paralelo, ou seja, a perda de carga no sistema é a mesma e as vazões se dividem de forma inversamente proporcional às resistências das tubulações.
A adição de duas ou mais bombas em paralelo é útil nos sistemas em que se requerem vazões variáveis. As bombas ajustam suas vazões de tal maneira que mantém constante as diferenças de pressão entre os pontos 1 e 2. Essas bombas devem fornecer alturas praticamente iguais.
As curvas características das bombas representam o desempenho previsto para uma determinada condição de funcionamento. Tais curvas características são diagramas que retratam