Meristemas prim rios
Meristemas primários Durante a germinação de uma semente, ocorre o desenvolvimento de um embrião. Neste desenvolvimento duas regiões são particularmente importantes: o àpice caulinar e o àpice radicular. Nestas duas regiões localizam-se células meristemáticas capazes de intensa divisão celular. São que dão origem a maior parte dos tecidos da planta, continuando ativas durante toda a vida do organismo.
Em linhas gerais essa planta jovem é um eixo representado pela raiz e pelo caule, com tecidos meristemáticos na extremidade. Com o crescimento da planta, tanto a raiz como o caule podem se ramificar. As ramificações radiculares surgem a partir de certas células meristemáticas que ocorrem no interior da primeira raiz formada: a raiz principal. As ramificações caulinares originam-se de células maristemáticas localizadas no ponto de inserção de uma folha. Essas células formam gemas axilares. No processo de crescimento da planta, as células dos meristemas apical e radicular dividem-se ativamente formando os meristemas primários: protoderme meristema fundamental e procâmbio.
Introdução a histologia vegetal e tecidos
A Histologia Vegetal é o ramo da biologia que estuda os tecidos vegetais e suas funções. Os tecidos são agrupamento de células similares que desempenham uma mesma função. Os vegetais foram os primeiros seres vivos a apresentarem tecidos.
O estudo das células começou no século XVI, com a invenção do primeiro microscópio. Ainda que impreciso, permitiu o início dos estudos por parte dos histologistas.
O avanço da tecnologia permitiu a produção de estudos mais detalhados. Os tecidos observados no microscópio devem ser bastante finos, para que a luz possa atravessar toda a camada de células, e gerar uma boa imagem. O uso de corantes ajuda na identificação das partes das células, como Azul de Metileno, Fenolftaleína, etc.
As pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentarem tecidos condutores. As plantas vasculares ou traqueófitas