mecanica
Eduardo Pavoni Grasselli, eduardopbg@hotmail.com
Mateus Beltrami, e-mail
Luís Fernando Konzen, luisinho_sl@hotmail.com
Rafael André Schio, e-mail
1.REVISÃO BIBLIGRÁFICA
Realizamos a revisão bibliográfica tendo principal preocupação os parâmetros que seriam usados durante a parte prática. Quanto aos procedimentos de usinagem, usamos a Norma ISO 3685, segunda edição, de 15 de novembro de 1993. Quanto ao MEV..............
1.1 Procedimentos de usinagem Nossa primeira ação foi verificar se os parâmetros de corte que seriam utilizados se encontram dentro dos especificados pela norma. Nossos parâmetros são: profundidade de corte (ap) de 1,5 mm; avanço (f) de 0,4 mm por rotação e velocidade de corte (vc) de 290 metros por minutos. Analisando-se o capítulo 7, Cutting conditions, e a figura 6 da norma, vemos que estes valores se encontram dentro do limite aceitável.
Figura 1. Limits of cutting condictions
Outro ponto de interesse é em qual ponto ou região específica do flanco iríamos realizar a medida do desgaste da ferramenta. Chegamos a essa resposta analisando o capítulo 8, Tool-life criteria and tool wear measurements, e também a figura 8 da norma.
Figura 2. Título da figura
A região de interesse na qual verificaremos a evolução do desgaste é a região “B” da figura acima. A região “C” corresponde ao raio da ponta cortante e que no nosso caso é igual a 0,8. A região “A” é o um quarto da aresta de corte em uso mais afastada da ponta. Como teremos a profundidade de corte fixa em 1,5 mm, ela terá comprimento de 0,375 mm. A região “B”, que fica entre “C” e “A”, terá, então, comprimento de 0,325mm.
1.2 Medição do desgaste das ferramentas de corte
Por fim, para medir o desgaste, utilizaremos um microscópio acoplado a um computador, o qual nos permitirá medir os desgastes especificados: 0,1; 0,2 e 0,3 mm. Para considerar