Introdução a virtualização
Nome: Douglas Andreje Ferreira
RA: 136166
Jacareí, 02 de Março de 2014
Contexto Histórico
A possibilidade virtualizar uma máquina física com característica praticamente genuína não é tão recente quanto se presume. Em meados de 1960, a
IBM a partir de seus mainframes proporcionava para cada usuário um ambiente monousuário com seu próprio sistema operacional e aplicações desvinculados de todos os demais usuários da rede ou setor.
Figura 1 - Virtualização na década de 1960
No ano de 1980, houve a popularização da dos computadores pessoais ou tipicamente conhecidos com
PC’s(Personal Computer). Tal evento impactou diretamente com a descontinuação de pesquisas e testes com virtualização, pois, uma vez que se tem uma máquina compacta e com especificações modestas (recursos para virtualização não adequados), a fim de realizar adequadamente tarefas cotidianas de usuários de diversos perfis, não há necessidade de se investir pesado em máquinas monstruosas e com possibilidade semelhante. Tudo, simplesmente por questões de aplicabilidade. Figura 2 - Primeiro computador pessoal da
IBM em 1981
O inicio do ano de 1990 foi impactante para o ressurgimento do interesse em virtualização.
Com o surgimento de hardwares mais completos e de tecnologias inovadoras e o surgimento da linguagem JAVA, tornou-se possível idealizar diversas ferramentas que a posterior aperfeiçoaria a trabalho tanto para um usuário final, quanto para um servidor baseando-se no esquecido conceito de virtualizar. Tais inovações proporcionaram a grandes empresas do seguimento com a
Intel, colocarem toda informação em pratica. Foi aí que a Intel surgiu com o PC
INTEL que possuía todas as características e aproveitamentos da inovação, contudo, não possuía suporte nativo para virtualização, pois as pesquisas estavam em andamento, que por sinal era bem intenso.
Nesse ritmo de pesquisas e testes com a