Interfaces
Direito – Matutino – 1º A
Linguagem Jurídica
Docente: Eliana Camargo Moreira
Acadêmica: Ana Helena Fernandes
Atividade: Resenha do Artigo “As interfaces da linguagem jurídica”
Data: 24/07/2013
RESENHA CRÍTICA
REFERÊNCIA
POSSATO, Maria Carmem Guimarães, “As interfaces da linguagem jurídica”
RESUMO DA OBRA
No Artigo “ As interfaces da linguagem jurídica” a autora apresenta argumentos e divide na forma de “processo” os elementos prós e contras a linguagem jurídica. É apresentado, neste caso, acusação, defesa e conciliação como parte deste processo, e, por meio das teses apresentadas pode-se analisar argumentos favoráveis e contra, não apenas à linguagem jurídica, mais a linguagem utilizada no meio jurídico. A autora foca no deslavamento da linguagem técnica utilizada por juristas, de modo que, um cidadão não inserido nesse meio, não tenha a capacidade de interpretar o que se diz.
CONCLUSÃO DO AUTOR
Ao escrever o artigo, a autora demonstra que, após muitos anos na área do direito, ainda não compreende o uso de certas erudições, entende-se que é um recurso jurídico, mas que permite diversos equívocos – tanto na utilização, pelo emissor, quanto na interpretação, pelo receptor.
Os profissionais ligados à atividades jurídicas são acusados de demonstrarem inacessibilidade linguística ao escreverem, construindo então, barreiras entre o mundo do direito e as pessoas comuns. Como argumento, neste caso, diz-se então, que a linguagem é utilizada para comunicar e para não comunicar. Ou seja, entende-se que deve ter acesso apenas as pessoas que compreendem o universo jurídico e dominam o jargão. Existem também acusações de excesso de formalidade nos textos jurídicos, uma vez que, alguns especialistas da área julgam desnecessário. Ainda podemos nos deparar, na acusação, com críticas que desrespeito à quantidade de citações, e repetições utilizadas nos textos jurídicos, o que dificulta o processo de interpretação, e os tornam