História das coisas
- Introdução
O consumo é um elemento de constante presença no cotidiano da população, e os produtos obviamente não surgem do nada para nosso uso. Eles passam por todo um sistema composto por: extração, produção, distribuição, consumo e descarte. É aparentemente simples e sem problemas, o que não é verdade. Uma crise assola esse sistema, que interage com culturas, com o meio ambiente e com pessoas para se manter ativo. Pessoas, umas maiores que as outras. Quem são superiores: O governo. Ainda maiores que o governo: As corporações, que faturam do governo, aparentando uma preocupação maior deles com o bem estar delas, do que com o nosso. Afinal, o que há por trás do modo que as coisas chegam e saem de nossas vidas?
- Extração
No dia-a-dia, os bens naturais estão sendo explorados e destruídos com um único intuito: O de sustentar nosso modo de vida. Mas e quando tudo isso acabar? O que iremos fazer?
Pela definição, extração é o ato ou efeito de extrair, de tirar, arrancar, ou seja, algo que não é nem de longe legal de ao menos se pensar, pois isso significa acabar com água, árvores e matar animais. É preciso tomar cuidado com o exagero, pois são bens preciosos que não têm reposição, e, cada dia mais, esses bens vêm diminuindo.
Tudo se baseia em um ciclo de consumação exagerado, no qual o dono da fábrica e/ou empresa extrai os bens naturais com a ambição de obter lucro, sem visar a reposição de tais recursos. "A ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram", disse Adam Smith.
Portanto, é importante que o sistema se conscientize sobre o uso correto desses recursos, pois alguns deles não são renováveis.
- Produção
No documentário também é mostrado o modo como tudo é produzido, e é mostrado que não está correto, pois não nos importamos com o meio ambiente. Contudo, também é mostrado que as empresas são irresponsáveis o suficiente para não se comprometerem e produzirem de