GE E WH
Trata-se do sexto e último trabalho, de um total de seis, da matéria Crescimento Corporativo ministrada pela Profª. Denise Fleck.
Em 2011, o Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) trouxe a público um relatório que incluía uma nova estatística poderosa: 5% das empresas, aquelas com alto crescimento, geram mais empregos e receitas que os outros 95%. Mais recentemente a instituição Endeavor Global analisou a fundo esses dados. A partir de entrevistas a empreendedores, descobriram que são três os fatores mais importantes para possibilitar o crescimento de um negócio: acesso aos mercados, oferta de mão de obra e acesso a capital.
Foram pesquisados mais de mil empreendedores em todo o mundo para entender o que uma empresa precisa para alcançar altos níveis de crescimento e assim permanecer por um longo período com eficiência e longevidade. O que podemos ver é que não importa se a empresa está no Vale do Silício ou na África, os três recursos são constantemente colocados acima dos demais. Os consumidores, locais e globais, é o primeiro desafio, que demanda investimento em tecnologia, mão-de-obra, marketing, projetos, que, por sua vez, demandam capital intensivo constante. Essa seria a receita, segundo o Endeavour. Tais variáveis foram classificadas como mais importantes do que outros fatores como universidades ou o ambiente regulatório (burocracia, em outras palavras). Portanto, governos e stakeholders que buscam encorajar o desenvolvimento de novas empresas de alto crescimento devem ajudar os empreendedores a terem acesso a esses recursos.
O que o caso mostra que é a Westinghouse pecou em não observar, isoladamente e, algumas vezes concomitantemente, essas variáveis com a atenção e o tratamento adequados.
Os caminhos da longevidade saudável da empresa residem, assim, no cultivo dessas varáveis, permitindo endereçar caminhos à autoperpetuação. Do contrário, o que se observará no