Frei luís de sousa
Maria, Telmo Pais, DªMadalena, Manuel de Sousa Coutinho, Frei Jorge e o Romeiro.
Palácio que fora de Dº João de Portugal, em Almada, que agora pertence a Dª Madalena.
Salão antigo de gosto melancólico e pesado, com grandes retratos de família, muitos de corpo inteiro; que estão em lugar de destaque.
Do lado esquerdo para o interior, coberto de reposteiros com as armas dos condes de Vimioso.
Deixa de haver janelas e as portas, ainda no plural, são já mais destinadas a cercar as personagens que a deixá-las escapar.
Maria, DªMadalena e Telmo Pais chegaram ao palácio de DºJoão de Portugal e deparam-se com um cenário horrendo, misterioso, triste, pesado e melancólico.
Quando entram encontram três retratos expostos numa parte da casa com saliência e que seriam os retratos de el-rei DºSebastião, de Camões e de DºJoão de Portugal.
DªMadalena dorme dias sem fim e tendo ainda muitos pesadelos por causa do incêndio do palácio de Manuel de Sousa Coutinho e de se ter incêndiado seu retrato.
Maria conversa com Telmo Pais sobre o retrato de DºJoão de Portugal mas nunca lhe revelando a sua identidade.
Maria diz a Telmo que gostaria que DºSebastião volta-se daquela batalha depois de tanto tempo são e salvo pois ela era uma menina sebastianista.
Manuel de Sousa Coutinho regressa então ao palácio de DºJoão de Portugal depois de ter a certeza que não restava mais nada do seu palácio, quando vê Maria fica felicíssimo e pergunta-lhe por sua mãe.
Ao que Maria lhe responde que a mãe dormia já há alguns dias e conta-lhe o sofrimento dela.
DªMadalena acorda vê o marido e fica feliz por saber que ele está do seu lado.
Mas a sua felicidade não dura por muito tempo pois Frei Jorge chega e diz ao irmão Manuel de Sousa Coutinho que deveria ir a Lisboa para ir buscar o arcebispo.
Maria ouvindo as palavras do tio pede de imediato para ir com o pai para Lisboa para poder conhecer a tia DªJoana.
Mas DªMadalena não concorda que a filha vá com o pai por causa da peste