europa meridional
Economia
Durante muitos séculos a Europa foi o centro econômico do mundo, graças à iniciativa de seus habitantes e às favoráveis condições geográficas, que permitiram um aproveitamento intensivo da terra, facilitaram as comunicações e contribuíram com as matérias-primas necessárias para a primeira revolução industrial. No século XX, porém, o continente viu declinar seu predomínio em benefício dos Estados Unidos e do Japão. As guerras mundiais travadas em seu próprio território e a carência de petróleo representaram para o continente a perda de sua liderança econômica.
Agricultura, pecuária e pesca. Na Europa, as colheitas agrícolas não se comparam em volume com as da Ásia ou da América do Norte. As culturas incluem a de cereais, sobretudo a do trigo (Ucrânia, França), de baixo rendimento se comparado com o obtido pelos Estados Unidos ou pela Argentina. A cevada se cultiva no limite com o bosque setentrional, e o centeio nos solos arenosos. A colheita de outros cereais (milho, arroz e aveia) é deficiente. Outro produto muito importante é a batata, cultivada em alternância com o centeio.
A produção frutícola é muito variada. Destacam-se as frutas cítricas no Mediterrâneo, a maçã e a pêra nas zonas de clima temperado úmido. Nos países mediterrâneos são muito importantes as videiras, tanto pela quantidade de uvas como pela qualidade dos vinhos, e as oliveiras.
Os problemas agrícolas da Europa decorrem da falta de autonomia do continente no tocante aos produtos tropicais, às gorduras vegetais e aos cereais para forragem. Não podendo concorrer com os outros continentes nessa área, os governos se vêem forçados a subvencionar o cultivo de certos produtos, para evitar a ruína dos agricultores e não depender excessivamente do mercado internacional, sobretudo no que se refere ao trigo.
A pecuária tem maior peso nos países nórdicos, onde é muito desenvolvida e de