Economia
Smith afirmava que a livre concorrência levaria a sociedade à perfeição uma vez que a procura do lucro máximo promove o bem-estar da comunidade. Smith defendia a não intervenção do Estado na economia, ou seja o liberalismo económico.
3.2 Thomas Malthus (1766 – 1834)
Thomas Malthus tentou colocar a economia em sólidas bases empíricas. Para ele o excesso populacional era a causa de todos os males da sociedade. A sua fama decorre dos estudos sobre a população, contidos em dois livros conhecidos como
Primeiro Ensaio e Segundo Ensaio. Ambos têm como princípio fundamental a hipótese de que as populações humanas crescem em progressão geométrica. Malthus estudou possibilidades de restringir esse crescimento, pois os meios de subsistência poderiam crescer somente em progressão aritmética. Segundo ele, esse crescimento populacional é limitado pelo aumento da mortalidade e por todas as restrições ao nascimento decorrentes da miséria e do vício.
3.3 David Ricardo (1772 – 1823)
David Ricardo é considerado um dos principais representantes da economia política clássica, exerceu uma grande influência tanto nos economistas neoclássicos como nos economistas marxistas, o que revela sua importância para o desenvolvimento da ciência económica. Os temas presentes nas suas obras incluem a teoria do valor-trabalho na qual traça uma relação entre o trabalho e o seu respectivo valor monetário; a teoria da distribuição, que relaciona os lucro e os salários; o comércio internacional e temas monetários. 3.4 John Stuart Mill (1806 – 1873)
John Stuart Mill foi um filósofo e economista inglês, um dos pensadores liberais mais influentes do século XIX. Foi um defensor do utilitarismo e introduziu na economia preocupações de “justiça