democracia
Reflexão (Eduarda Ramos)
Atenas sempre foi uma cidade muito forte, rica culturalmente, o muito avançada politicamente. Pois eles se preocupavam com o desenvolvimento do seu povo, dava privilégios aos atenienses (apenas de sangue), os quais deveriam ser homens livres, maiores de idade. Eles eram livres para participar freqüentemente de assembléias, já os estrangeiros eram obrigados a pagar impostos e prestar serviços militares para Atenas. Democracia Ateniense
A democracia em Atenas surgiu após as reformas de Sólon por volta dos anos 590 a.C.. Atenas é considerada a matriz da democracia moderna, porem possui diferenças consideráveis como os atenienses consideravam o "governo" como sendo a assembléia que tomava decisões diretamente (sem intermédio de representantes) e o "povo" (geralmente) como os homens atenienses alfabetizados maiores de 20 anos.
Dizem que os “fundadores” da democracia ateniense foi Sólon que deu o ponta pé com as suas reformas, porem o termo democracia surgiu apenas uma geração depois das reformas de Clítenes, que é conhecido como o “pai da democracia”. Os dois juntos fizeram como que o povo contasse com uma assembléia em que eles podiam igualdade sob a lei, exigir, os direitos iguais para falar.
Péricles introduziu em 451 a.C. a lei que permitia apenas aos atenienses que tivessem pai e mãe atenienses serem cidadãos atenienses, seguindo possivelmente a linha da reforma de Ephialtes.
Essa lei fez com que a maioria da população não pudesse participar da política ateniense. A lei excluiu tantas pessoas dos seus direitos, mais especificamente haviam 430 000 habitantes, e apenas 60 mil contavam com os benefícios da cidadania. Eles se consideravam descendentes de Ion, filho de Apolo e Kreousa, e diziam que eram “superiores” as outras pessoas que viviam na Grécia, e os chamavam de descendentes de imigrantes.
A muito tempo atrás em um debate na Pérsia, Clistenes diz que a