Criação de valor de empresas brasileiras de capital aberto
Autores Natália Carolina Duarte de Medeiros (Instituto Federal de Minas Gerais – IFMG – Campus Formiga) Lélis Pedro de Andrade (Instituto Federal de Minas Gerais – IFMG – Campus Formiga)
Resumo O presente trabalho objetiva verificar de que forma a avaliação financeira das empresas brasileiras de capital aberto, identificadas pela análise estática e dinâmica de gestão, influenciam na criação ou destruição de valor aos seus proprietários. Para tanto, foram utilizados dados de 66 empresas de capital aberto, listadas na Bovespa no ano de 2009. A esses dados foi aplicado o modelo de regressão dos mínimos quadrados ordinários, para identificar qual método de avaliação é mais adequado, se análise dinâmica ou estática. Como principal resultado, encontrou-se que a criação de valor foi melhor explicada pelo modelo de análise estática, ou pela tradicional análise de índices. Palavras chave: Valor Econômico Agregado (EVA), Avaliação Financeira Modelo Dinâmico de Fleuriet, Modelo Tradicional de Índices.
VII Convibra Administração – Congresso Virtual Brasileiro de Administração – www.convibra.com.br
1. Introdução O ambiente competitivo vivenciado pelas empresas brasileiras tem aumentado cada vez mais devido às aberturas de mercado, fusões e aquisições que estão se tornando comuns na economia. Esse ambiente competitivo reflete em preocupação dos proprietários de empresas em manter o seu negócio em crescimento e atendendo expectativas de retorno sobre os seus investimentos. Uma vez mais preocupados com as decisões que estão sendo tomadas, exige que seus administradores tomem atitudes alinhadas com os seus interesses. Com o passar dos tempos e em meio a exposição a esse ambiente competitivo, cada vez mais se torna imprescindível a formulação de modelos de análise econômico-financeira como auxílio ao processo decisório, pois a preocupação com a saúde financeira das empresas tem