Artigos e resenhas
No cenário atual do ambiente das organizações vem demandando, cada vez mais, a adoção de medidas e técnicas de acompanhamento e controle que visam minimizar falhas e evitar problemas que coloquem em risco a imagem da entidade, diante dos acionistas, dos clientes e do mercado em geral.
Essa nova postura tem proporcionado a materialização e a aplicação de diversos mecanismos, objetivando não apenas detectar e mensurar erros, fraudes e corrupções, como também o oferecimento de alternativas de soluções.
Os resultados do trabalho da Auditoria Interna, além de se constituírem em algo precioso para tranqüilizar os gestores, fornecem recomendações corretivas e preventivas à exposição da organização face aos riscos empresariais que podem ser de natureza sistêmica, operacional, financeira, tecnologia da informação, recursos humanos, mercadológicas e de fatores externos que podem impactar os resultados e estratégias da empresa.
Assim, adicionalmente, o trabalho eficaz da Auditoria Interna libera os gestores para a condução e o gerenciamento dos negócios, permitindo-lhes exercer com segurança o processo decisório sobre as importantes transações empresariais.
A auditoria interna tem como função principal avaliar o processo de gestão, no que se refere aos seus diversos aspectos. Diante desse cenário, e ainda, às novas exigências regulatórias que seguem na tendência mundial de fortalecimento, cada vez mais evidenciado nas estruturas de controle, tem aumentado consideravelmente, por parte das organizações, a criação ou o aperfeiçoamento do controle de riscos, levando, por conseqüência, a elevação do grau de importância das atividades desempenhadas pela Auditoria Interna.