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CURSO DE LETRAS PORTUGUÊS E LITERATURAS - PARFOR
DISCIPLINA: SÍNTAXE
5º PERIODO
GRAMÁTICA PRESCRITIVA E GRAMÁTICA DESCRITIVA
PROFESSORA: DIEYSA RANYELA FOSSILE
ACADÊMICA: MARIA DE FATIMA MOREIRA C. VALADARES
MARIA NEIDE DE MOURA
TELMA MIRANDA DE MELO
VANDERLI LUCIA DE LIMA
ARAGOMINAS, 15 DE MAIO DE 2012.
Gramatica Prescritiva e Gramática Descritiva
Gramática tradicional, normativa, ou prescritiva são os termos usados para referir-se a todo estudo de cunho gramatical anterior ao advento da ciência linguística. Como o próprio nome define, a gramática prescritiva é uma tentativa de estabelecer um ordenamento lógico em um determinado idioma e definir normas que vão determinar o que é apropriado no uso desse idioma. Daí surge a noção de certo e errado. Aquilo que não estiver de acordo com as normas, com as regras gramaticais, é classificado como errado. Esta teoria predominou desde meados do século 18 até o início deste século, e é ainda encontrada no currículo de muitas escolas hoje.
A partir das décadas de 1920 e 1930, a teoria do estruturalismo em lingüística (Ferdinand de Saussure na Europa e Leonard Bloomfield nos EUA) passou a questionar a visão prescritiva. No estruturalismo, o fenômeno existente é o ponto de partida. Observar o fenômeno da linguagem de fato e descrevê-lo passou a ser mais importante do que prescrever como esse fenômeno deveria ser.
Nos anos 60, a partir do trabalho do norte-americano Noam Chomsky, a teoria lingüística gerativo-transformacional revolucionou conceitos e trouxe um elemento novo: o de que a linguagem humana é criativa, e de que a capacidade (competente) de um nativo com bom grau de instrução, através da qual ele consegue produzir um número ilimitado de frases, é que determina a ‘gramaticalidade’ ou a ‘aceitabilidade’ da língua.
Por um lado a nova gramática gerativo-transformacional representou um movimento em oposição ao então