Ética contábil
O ser humano é um ser racional, criativo e histórico-social. No convívio em sociedade, com seus semelhantes, criou normas e regras visando o bem comum de todos, nesse contexto, originou-se valores aceitos pelo homem racional que determinam suas ações. Quando aceitas pelo coletivo, estabele-se uma sintetização delas passando a ser identificada como moral. A moral se faz necessária para o bem da sociedade, pois definirá os direitos e deveres do ser humano, que em situações que envolvam com outro o façam de modo consciente.
A reflexão do que é considerado moral, bem ou mal, certo ou errado é proveniente de uma discussão mais ampla: a ética. Etimoligicamente falando, ética vem do grego “ethos” , e tem sua relação no latim com “morale”, que tem o mesmo significado, conclui-se que ambos podem ser sinônimos.
Em decorrência das orientações éticas e morais, são estabelecidos critérios de relações de ordem na sociedade. As relações profissionais, como formas de relações sociais, também possuem normas e regras pré-estabelecidas que disciplinam direitos e deveres do profissional diante de seu grupo, estendendo ao todo social. Com o passar do tempo, essas normas e regras aprimoram-se, fazendo-se necessário agrupá-las por meio do que se denomina código de ética.
Como profissão regulamentada, a contabilidade possui seu código de ética, haja vista a responsabilidade que assume perante o bem comum, algumas atribuições do profissional contábil, faz se resaltar a apresentação correta do patrimônio das entidades, o controle de suas variações e a elaboração das variações ecnômicas, financeiras e físicas que fazem parte do patrimônio (objeto da contabilidade). Diante disso, a profissão contábil, tem suas atividades normatizadas tanto para uso da pessoa física quanto jurídica, além disso, tem que observar os valores profissionais éticos para assegurar a credibilidade nos seus produtos e para poder ser considerada relevante na área do conhecimento.
O profissional da