O ensino jurídico no Brasil
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O ensino jurídico no Brasil O ensino jurídico está em crise no Brasil, e isso é facilmente percebido no numero de reprovações no Exame da Ordem nos últimos tempos. O estado do Rio Grande do Sul teve uma média de 70% de reprovados no exame, e isso mostra claramente o déficit do ensino nas universidades brasileiras. Em 2001 o Conselho da OAB, fez uma lista de cursos recomendados, no Rio Grande do Sul, apenas quatro cursos estão incluídos nessa lista. A metodologia de avaliação considerou três instrumentos: o Provão do MEC; o Exame de ingresso na Ordem dos Advogados do Brasil e as condições de oferta dos cursos realizado pela SeSu-MEC. Esse estudo deixou claro que a AOB pretende acompanhar e contribuir para a melhor do ensino jurídico no Brasil, juntamente com o MEC, o que é de suma importância, visto que o acompanhamento da OAB fará com que os cursos procurem corrigir e superar os seus defeitos. Mesmo com a defasagem no ensino, a carreira jurídica tem atraído muitos estudantes, por proporcionar varias possibilidades de carreiras, como promotores, magistrados, procuradores públicos, carreiras publicas e outros. Até mesmo para as pessoas que não estão muito certas da carreira que querem seguir, escolhem o Direto, por esse motivo, de vastas possibilidades na carreira de trabalho. As instituições de ensino no Brasil crescem a cada ano, e com programas de inclusão e métodos de ensino á distancia, acabam chamando atenção de mais pessoas e em consequência disso, e com o descaso dos alunos, os números de reprovados crescem mais, sem contar que o Exame da Ordem cobra os requisitos mínimos que um advogado precisa para exercer a profissão. Como se não bastasse a crise, a Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação equiparou o curso de Direito a outros cursos variados e tornou a monografia de final de curso opcional e permite a diminuição do tempo de curso. A OAB interveio e conseguiu invalidar o ato do Conselho. O Conselho Federal da OAB,