o caso dos exploradores de cavernas, análise
Clélia Araújo Teixeira
Fernanda Dalbem
José Augusto de Oliveira Silva
Pâmella de Castro
Rosinei de Almeida
Introdução
“O caso dos exploradores de cavernas” e uma obra de ficção criada pelo professor Lon L. Fuller, com o intuito de analisar o referido caso à luz do ordenamento jurídico. A história se passa no ano de 4299 quando cinco exploradores penetraram em uma caverna, tendo a expedição sido interrompida por um desmoronamento que os deixou presos na caverna. Assim que a ausência dos cinco foi notada uma equipe de resgate foi enviada ao local. Embora a equipe trabalhasse constantemente, novos deslizamentos dificultavam o salvamento. Ao Descobrirem que os exploradores tinham um rádio estabeleceu-se a comunicação entre eles e os responsáveis pelo resgate. Ao saberem que o resgate ainda demoraria em média 10 dias, e após perceberem que os mantimentos restantes não durariam tanto, um dos exploradores, Whetmore, perguntou se poderiam resistir se comessem da carne de um deles e médico da equipe respondeu afirmativamente. Quanto a um pronunciamento moral sobre a questão ninguém quis se pronunciar. Quando foram libertados, no 32º dia, Whetmore tinha sido morto e servido de alimento a seus companheiros, escolhido por sorteio com dados, e a vítima, que havia sido o mentor da idéia desistiu no último momento, mas seus companheiros não aceitaram, jogaram os dados por ele e após perder, Whetmore foi executado. Os quatro sobreviventes foram submetidos ao júri popular acusados de homicídio. Eximindo-se os jurados de expedir o veredicto o caso foi resolvido pelo juiz de primeira instância, que declarou culpados os réus. Sensibilizados com o desfecho do caso os jurados e o próprio juiz que proferiu a sentença enviaram uma petição ao chefe do poder executivo para que retirasse a pena de morte, que resolveu esperar a decisão da Suprema Corte à qual recorreram os condenados. Dos cinco juízes