M scaras gregas
Suas características
Foi durante a Grécia antiga que surgiram as máscaras teatrais. O exagero de expressão era característica principal dessas máscaras, que maximizava a natureza de cada personagem. Usadas em rituais de drama (também adotadas nas festas dionisíacas), elas foram projetadas em um tamanho que permitisse ampliar a presença do ator e também sua voz, através de um dispositivo embutido em uma espécie de
"megafone".
Os símbolos do teatro moderno — as máscaras da comédia e tragédia
— surgiram entre 500 e 300 a.C. na Grécia. O uso das máscaras, ou personas, como eram chamadas, ocorreram primeiramente na Grécia
Antiga.
Entre o final da Idade Média e ao longo do século XVIII, a confecção das máscaras mortuárias para a realeza da Europa foi reavivada, tornando-se tradição entre as pessoas famosas da sociedade europeia entre o século XVII e XX. Com cera ou gesso líquido de paris (feita de minério de cálcio e água, que tem a propriedade de não encolher e endurecer rapidamente), o negativo do rosto humano era produzido e agia como um molde para a imagem positiva. Segundo o historiador José Mattoso, em As Máscaras: o rosto da vida e da morte (Universidade do Porto, 1999), "(...) este ritual tinha por si mesmo uma forte eficácia como elo de coesão para o grupo de descendentes. (...) A manutenção deste elo garantia a prosperidade e a fecundidade do grupo, isto é, assegurava a sua perpetuação."
Teatro
• A fraternidade de atores começou a usar máscaras em performances, adotando a prática dos adoradores de Dionísio. Acredita-se que
Thespis, de onde veio o termo tespianos, tenha sido o primeiro ator a usar a máscara.
Design
• As máscaras usadas no teatro da Grécia Antiga eram feitas de madeira, cortiça, tecido, argila ou couro, e frequentemente eram decoradas com cabelos humanos ou animais. Nenhuma delas sobreviveu. A máscara era feita para cobrir toda a face do ator e tinha pequenos buracos para os olhos.
Função
• A forma da máscara servia