A vida veio do espaço
Um novo paper, publicado em um site de cosmologia trás à discussão a origem da vida. Apontando para uma origem distante, muito distante, nos confins do espaço.
Desde a década de 1970 que alguns dos mais renomados astrobiologistas do nosso planeta estudam e defendem, por vezes ardorosamente, a hipótese de a vida ter sido semeada em nosso planeta. Não propositalmente, mas graças a perpetuação de moléculas de DNA e vírus pelo espaço.
Liderados por Sir Fred Hoyle e pelo Dr. Chandra Wickramasinghe da universidade de Wales em Cardiff estes astrobiologistas descobriram partículas químicas compostas e orgânicas espalhadas em nuvens a milhares de anos luz de distância. Some-se a isso o fato que até agora ainda não conseguimos gerar vida a partir de componentes não vivos e, pimba, temos os ingredientes para fomentar a imaginação.
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O Dr. Chandra, em 2000 publicou um paper indo além. A gripe (influenza) também teria vindo do espaço. Sua teoria baseia-se na coincidência entre períodos de grande atividade solar e os surtos de gripe históricos. Ressalte-se, a favor desta teoria, que a gripe espanhola surgiu simultaneamente na em dois pontos remotos do globo (Boston e Bombain) praticamente ao mesmo tempo, exatamente no mesmo dia. Em uma época em que não existiam viagens aéreas tornando a contaminação homem a homem impossível e levando a contaminação devido à vatores animais para a casa das probabilidades imponderáveis.
O Novo Paper do Dr. Rhawn Joseph retoma o assunto. Com uma análise e conclusões baseadas na evidências arqueológicas de vida na Terra e em rochas Marcianas, o bom doutor acredita que essas moléculas de vida só poderiam ter vindo de uma nuvem estelar.
Essa teoria, a panspermia, reduz a vida a uma espécie de infecção galáctica que sobrevive de estrela a estrela, se adapta e evolui sempre que encontra um ambiente propício. A própria evolução das estrelas, como entendemos hoje, seria responsável pela disseminação da