A valorização do individuo nas organizações
Há uma marca de identidade institucional que justifica e perpetua a atividade nas organizações ou a torna transitória, embora triunfante, mesmo por algum tempo.
É a sua atitude diante da Valorização do Ser Humano no processo organizacional.
Quando nos referimos a valorização do individuo dentro da ambiência organizacional e a sua criatividade e participação decisória, devemos lembrar que não se é livre quando não se pode criar e não se permite que se tomem decisões, no nível de conhecimento, maturidade e competência.
Desenvolvendo pessoas e equipes para um trabalho integrado no qual o desafio básico é a cooperação e a solidariedade entre os grupos, e principalmente a Visão do Líder no sentido de valorizar, entender, saber ouvir e acompanhar os seus liderandos, onde o reconhecimento vem de encontro da valorização de pessoas se sentindo seguras, motivadas e não tendo medo de serem ameaçadas dentro do processo organizacional vem permitir fazer presente a segurança no desenvolvimento dos processos.
Falar de Ser Humano valorizado, compreendido e acompanhado, vem reforçar a necessidade de uma nova visão na implantação da Liderança Espiritualizada no processo organizacional, para que os grupos se sintam reconhecidos e seguros na condução de um processo que irá ganhar tanto o individuo como a organização no resultado das ações desenvolvidas.
Criar um ambiente de fé em que as pessoas se sintam em comunhão com o Bem Superior, que se traduz em Bem Comum, não classificando essas ações como sendo Carolice, beatitude, postura distante e alienante, mas de fato um testemunho de ação e resultados positivos.
A grande diferença entre a espiritualidade que transcendente e certas espiritualidade burocráticas está entre a espiritualidade que transcende e certas espiritualidades burocráticas onde está bem expressa em Erich Fromm ao narrar a resposta de um seguidor de um mestre hassida, a quem perguntaram: - Por que ides ouvir o mestre? É