A questão simbolica da família sob a perspectiva de Hannah Arendt
PÓS GRADUAÇÃO EM INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
A QUESTÃO SIMBÓLICA DA FAMÍLIA SOB A PERSPECTIVA DO PENSAMENTO DE HANNAH ARENDT – O SOCIAL E O PRIVADO
Belo Horizonte
2014
NAIARA FLÁVIA COSTA DINIZ
A QUESTÃO SIMBÓLICA DA FAMÍLIA SOB A PERSPECTIVA DO PENSAMENTO DE HANNAH ARENDT – O SOCIAL E O PRIVADO
Trabalho apresentado no curso de pós graduação em Intervenção Psicossocial no Contexto das Políticas Públicas – Disciplina: Técnicas e Instrumentos de Intervenção Psicossocial com Famílias e Indivíduos – Professora Mara Rubia de Souza Albano Félix – Centro Universitário UNA.
Belo Horizonte
2014
A QUESTÃO SIMBÓLICA DA FAMÍLIA SOB A PERSPECTIVA DO PENSAMENTO DE HANNAH ARENDT – O SOCIAL E O PRIVADO
A presente produção de texto tem o objetivo de explanar o pensamento de Hannah Arendt com relação ao papel do homem, desde os tempos antigos até o advento da modernidade, fazendo um paralelo entre a esfera privada e a esfera pública e a ameaça pelo desaparecimento destas esferas, após a constituição da sociedade de massa, como também a questão simbólica da família e suas transformações ao longo dos anos na sociedade.
Segundo Hannah Arendt em seu livro: “A condição Humana”, o homem necessita do outro para que haja uma ação, desta forma precisa viver em sociedade, em um mundo habitado por outros para que se torne humano. Na era grega o homem tinha a sua vida privada, o que lhe era próprio, mas também com o surgimento da cidade-estado (polis), o homem passa a ver a necessidade de uma vida política, o que lhe é comum, deixando de viver somente com o necessário e útil.
Hannah aborda que na era grega a vida fora da pólis, era através da força, da violência para lidar com as pessoas, característicos da vida privada, da família. O chefe da casa era um déspota, quem ditava as leis internas de sua família. Nesta esfera a autora afirma que os