A INTELIGÊNCIA SIMBÓLICA NÃO TOTALMENTE DEPENDENTE DO MATERIAL DO SENTIDOS
Helen Keller foi uma criança que aos dezoito meses de idade ficou cega e surda. Ficou famosa pela sua difícil luta para integrar-se na sociedade e tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista além de desenvolver um trabalho espetacular para o bem-estar de pessoas portadoras de deficiência.
Quase muda por causa da surdez, H. Keller passou a depender totalmente do tato para se comunicar com os outros seres humanos. Durante os anos q se seguiram, conheceu simplesmente reações próprias dos instintos naturais. Privada da linguagem, foi-se afastando do ambiente afetivo e dos princípios morais que ligam as partes integrantes de uma família e constroem a base das comunidades humanas.
Por volta de seus 7 anos, a vida de Helen mudou completamente quando a jovem professora, Anne Sulivan, entrou em sua vida. Até a chegada da professora, Helen Keller ainda não falava e não compreendia o significado das coisas. Anne Sullivan assumiu a tarefa de ensinar Helen Keller e para isso necessitou de muita coragem e persistência.
Keller, embora tivesse uma ótima saúde física e intelectual relativamente intacta, teria permanecido em mundo 'animal' se não tivesse tido a ajuda de Sulivan na aquisição de uma coisa básica para o desenvolvimento da inteligência: a linguagem.
Um fato ocorrido foi que Helen e sua professora estavam no quintal da casa perto de um poço, bombeando água. Então Sullivan colocou a mão de Helen na água fria e sobre a outra mão soletrou a palavra "água", primeiro vagarosamente, depois rapidamente. De repente, os sinais atingiram a consciência de Helen, agora com um significado. Para Helen, água era algo frio e fresco que escorria pelas mãos. Depois ela tocou a terra e pediu o nome daquilo e ao anoitecer já haviam relacionado mais de vinte palavras aos seus significados. Foi assim que o aprendizado de Helen começou. Com o