A INSUSTENTAVEL LEVEZA DA MODERNIDADE
Faculdade de Ciências e Letras
Nicholas Henrique Sana
A INSUSTENTAVEL LEVEZA DA MODERNIDADE
Trabalho de aproveitamento da disciplina “Teoria Sociológica
Contemporânea”, apresentado ao
Prof. Dr. João Carlos Soares
Zuin.
Araraquara, junho de 2012
INTRODUÇÃO
Quando se pensa na construção de um senso critico, não se pode deixar de pensar na educação do individuo. A busca pelo conhecimento tem sido uma constante na minha vida, e tive o prazer de descobrir um pouco mais ao estudar quatro pensadores contemporâneos que nos foram apresentados, Saskia Sassen, Axel
Honneth, Ulrich Beck e Zygmunt Bauman. Talvez por ter sido este o primeiro a nos ser apresentado, tenha sido também ele a minha escolha para discorrer nas paginas seguintes. O fascinante “primeiro contato” com o liquido da modernidade e suas consequências construíram conexões em minha mente de forma que somente depois de algum tempo conseguirei descrever corretamente as nuances desse pensamento, que passarão pelas minhas experiências futuras. Não somente agora, mas principalmente a partir de agora, tenho consciência de algo que permeia não somente a minha vida como individuo, mas como um ser de uma sociedade cada vez mais fragmentada. Com este trabalho pretendo mostrar algo do que passou pela construção de meu senso critico nesses últimos quatro meses, o pensamento de Bauman, com seus medos do espaço urbano, do próximo, a transformação de um sólido moderno para o liquido no atual momento da modernidade, são sem dúvidas conceitos que estudarei mais para daqui pra frente. Aqui apresento somente as primeiras impressões disso que torna o individuo cada vez mais “leve”, mais liquido, a subjetividade dos valores e das vontades, não somente dele, mas de toda a sociedade.
A INSUSTENTAVEL LEVEZA DA MODERNIDADE
“só é grave o que é necessário, só tem valor o que pesa”
Milan Kundera
No livro de Kundera, A insustentável leveza do ser, a colocação