A história social e econômica da amazônia
Os primeiros séculos.
Para ser compreendida a história da Amazônia é preciso se estudar toda a região inserida no contexto nacional e internacional, desde os tempos do Brasil colonial. Desta forma podemos entender as razões da região Amazônica ter alcançado o desenvolvimento econômico menor que das outras regiões do país e uma população também menor.
As metrópoles orientavam suas economias por uma corrente de pensamento econômico, o mercantilismo. Como as minas de metais preciosos estavam localizados nas Américas, era preciso conquistar essas áreas e explorá-las. É por isso que a economia européia durante três séculos se sustentou no binômio metrópole x colônia, que era chamado de sistema colonial.
Nas colônias de povoamento os povos que para lá se dirigiam, desfrutavam de algumas vantagens consideráveis que apareciam positivamente no desenvolvimento posterior do país: constituíam sociedade, onde, pelo trabalho, as famílias se tornavam proprietárias das terras que conseguiam tornar produtivas.
Se conseguia tornar as terras incultas em produtivas pelo trabalho empregado nelas e produziram, desde o início de sua historia, o suficiente para se manterem e para exportá-las.
Em relação a exportação, havia uma grande diferença entre os dois tipos de colônias: as colônias de povoamento e a de exploração. As colônias de povoamento podiam exportar seus produtos para vários países, embora mantendo relações mais intensas com a metrópole.
Já no caso das colônias de exploração, o Brasil foi uma delas, as metrópoles não estavam interessadas no desenvolvimento daquelas, mas sim em dois outros pontos: explora-las e defendê-las.
A economia estava voltada exclusivamente para metrópole- Portugal, para onde o Brasil exportava riquezas minerais. Além dos minerais preciosos, a metrópole explorava no Brasil os artigos que constituíam as chamadas ¨drogas do sertão¨: vegetais extraídos da floresta, que serviam de base para os produtos